segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Hospital da Misericórdia da Mealhada


O mundo anda louco! Já não sei em que me hei-de fiar. Ora vejam lá isto: há dias lia no JN que o virus da gripe poderá vir a ser motivo e motor para o arranque de apoios estatais e camarários para a rentabilização dos hospitais particulares. Isto na opinião de quem o dirige. Reparem nos comentários e tirem as vossas ilações:

"O Hospital da Misericórdia da Mealhada (HMM) está subaproveitado e precisa de acordos com o Serviço Nacional de Saúde e com a ADSE não só para o rentabilizar como ainda para dar o apoio à população local através de uma unidade de saúde "bem equipada e com excelentes profissionais".
Ora bem, ou muito me falha a memória ou não é o Sócrates que anda a fechar hospitais? Que nem os surtos gripais do ano passado conseguiram evitar o fecho do Hospital José Luciano de Castro em Anadia?
Falou-se em apetrechar esse hospital e a resposta lembram-se qual foi? Consultas Abertas até à meia noite.
E a Misericórdia acha que é diferente em quê? Ah! É particular! Deve ser isso!
Depois....

"Luís Teixeira, director clinico do HMM, disse esta sexta-feira aos jornalistas que o surto gripal do final do ano originou uma grande corrida ao serviço de Urgência daquela unidade de saúde (...)A maior parte dos utentes que recorreram à Urgência eram provenientes da Mealhada, Anadia, Coimbra/Norte e Cantanhede salientou Luís Teixeira. "

O que é que pensamos logo? Centenas de pessoas, pois claro! Wrong! Ora vejam...

"A Urgência que funciona entre as 8 e as 24 horas tem normalmente uma média de 30 a 40 utentes por dia e nesse período chegámos a atingir os 80 utentes", disse o responsável clinico do HMM que salientou que os tempos de espera não ultrapassaram os 30 minutos. "

Para o Dr. Luis Teixeira, a resolução de todas as maleitas deste pseudo-hospital passam por isto:

"É a prova de que a Mealhada necessita de uma unidade de saúde para além do Centro de Saúde", observou o director clinico. "Achamos que o poder autárquico e e central terão que ver o Hospital da Misericórdia da Mealhada como credível", acentuou. Para Luís Teixeira "é mais barato realizar aqui os serviços do que num hospital central público". "As parcerias e os acordos são absolutamente fundamentais", realçou.

E aquilo que eu digo é que para quem se mete em grandes empreendimentos e não pensa em estudos de viabilidade e estratégias antes de abrir portas, mais vale estar quietinho a aquecer os pézinhos à lareira.

É a velha história deste país, começarmos sempre as casa pelo telhado. É a velha história de querermos dar um passo maior do que a nossa perna... enfim.. utópicos!


9 comentários:

Anónimo disse...

Alguém viu por aí o João Peres?

Anónimo disse...

E o director contabilista do Hospital????
O filhinho Peres???? Claro.

Anónimo disse...

Nomeado pelo pai e com salário. Paga Zé. Zé Povinho...

Anónimo disse...

E querem estes gajos que a gente os financie! Trabalhem malandros!

Juiz disse...

Assim consegue empregar toda a família e amigos. E talvez contratar Marqueiro como economista, cargo bom não Marqueiro, não?
Claro que sim, porque se apoiam no escuro?...

Anónimo disse...

Não sabia que os juízes eram boateiros.É verdade que temos que aprender toda a vida.

Réu disse...

Por isso sou réu, e de um caso bem menor, nada comparado ao que se passa no jogo de interesses no hospital, como em toda a santa casa, eu disse santa casa, possa, lagarto, lagarto que Deus até me castiga, e castigado já eu ando!...

Anónimo disse...

Falas falas mas foste pedir emprego ao Peres para seres enfermeiro director do Hospital.

Anónimo disse...

A mim nao me interessa o vosso blá blá mas o k é certo e sabido a tanto tempo k estou para entrar para trabalhar nas instalaçoes e nao consigo,realmente nao censuro esse sr se realmente conhece Deus pk ha-de ir falar com os anjos!